Peso. Leveza. Não haverá meio termo?
O fascínio pelo belo é tão forte que causa um terror enebriante.É o kitsh. Uma nuvem de estrelas cintilantes que te prega ao chão.
O fascínio pelo belo é tão forte que causa um terror enebriante.É o kitsh. Uma nuvem de estrelas cintilantes que te prega ao chão.
É um cometa. Mas depois dele passar só resta a poeira, aquilo que ele decidiu deixar para trás.O peso que o cometa trás com ele é fascinante. Mas como cometa que é, faz uma aparição temporária que brilha até desaparecer.Depois dele, só resta a leveza do seu peso, dos seus destroços.
O fascínio estava na sua presença bela e no medo que ele provocava. É nesse ponto que está o sublime.
O fascínio estava na sua presença bela e no medo que ele provocava. É nesse ponto que está o sublime.
O sublime está no equilíbrio.Ele é o meio termo.Na balança peso/leveza,o sublime é aquilo que torna o peso mais leve e a leveza mais pesada.Pois a leveza é insustentável para o ser humano.
O peso faz parte da vida.
Com equilíbrio.
Com o peso existes. Com a leveza não.
A leveza é nada. O peso é a essência.
Com equilibrio é sublime.
1 comment:
Yalla DÒS Nascimento, saia uma DOSE de Nascimentingafins
Com equilíbrio, ainda que de com de (in)tranquilidade, até porque por vezes (vozes) é memo preciso partir tudo à nascença!
Afinal, peso e leveza são duas nights da mesma planta.
Terra-Terra? Seja: a terra à terra;)
Kudos!,
alor
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