Monday, March 07, 2005

Sai uma dobradinha. Záz!

Saudações benfiquistas!
Mando desde já, um abraço para os meus colegas lagartos - Eduardinho, Alor e Amaral.
É pena mas esta semana as hostes Sportinguistas perderam em vários campos ao mesmo tempo.
Como dizia o outro, c'est la vie!
Eu compreendo a sua apreensão pois os verdinhos são a equipe que melhor futebol pratica. Só falta é pontuarem! Ainda assim Peseiro diz que não perdeu nada, só faltaram os golos, não sofrer nenhum, pontuar e esperar que os outros candidatos ao título não ganhassem os seus jogos (que é o mesmo que dizer: esperar que os encarnados perdessem); tudo esperanças verdes e tudo ilusões.
Falando do clube "maior do mundo e arredores", tá-se bem.
Trap tem opções relativamente discutíveis antes e durante os jogos, tem um estilo de jogo cauteloso e pouco bonito de se ver, mas o que é certo é que os benfiquistas ainda podem comer dobradinha este ano.
Mais do que o já mítico futebol espectáculo de Peseiro, à Velha Raposa pedem-se títulos e se for dobrada já não é nada mau...
Por isso faço votos para que o glorioso continue a jogar feio mas eficaz e para que o sporting continue a jogar ao ataque e com uma defesa de merda.
ZÁZ!
Para já estamos na frente.
O FCP vai vacilar com os lagartos e nós vamos lá para a frente isoladíssimos.
É disto que o meu povo gosta.
SLB, SLB, SLB, SLB, SLB, Glorioso, SLB, Glorioso, SLB.

Reflexões efectivamente reflectidas

Buenas novamente!
Estou aqui para deixar algumas reflexões efectivamente reflectidas.
Primeiro, dizer que as eleições aos órgãos de gestão da Universidade de Coimbra, estão aí a rebentar.
Está toda a gente em alerta para isto, sendo efectivamente um acontecimento universitário de grande relevância (ou será antes de grandes revelações?) e o departamento de antropologia não foge à regra, contribuindo mesmo com grandes personagens para as listas concorrentes.
É vê-los de faca e garfo na mão a comer de tudo um pouco, mas antes disso é necessário saber cortar e rasgar bem a carne suculenta e apetitosa...
Sem comentários.
Polémicas à parte, está em formação um grupo de discussão híbrido, isto é, mais uma farça...hhmmm..uma força, peço desculpa.
Às vezes é necessário entrar nela. E que bem que ela sabe. Está na hora, está na hora...
Lá diz o ditado, o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita...
Vamos ver no que isto dá.
É preciso acreditar que se pode mudar algo, pormenores insignificantes, pois é com estas pequenas coisas que se faz história dia-a-dia.
Por isso vamos lá cambada (pês) e afins.
Hasta la vitoria...

Thursday, February 03, 2005

Superliga Vs. La Grande Marche = Kitshenet

O futebol português - Superliga Galpenergia - assemelha-se com a anunciada Grande Marcha em Portugal, que está sobretudo no seu age em Coimbra (é para rir), pois claro. Digo isto devido à questão em permanente debate e não em permanente devir, que o campeonato está nivelado por baixo.
Eu partilho dessa opinião, que alastro para La Grande Marche coimbrã. Os renatos e os nélsos do movimento são o Sporting de Braga e o Vitória de Setúbal da redondinha. Aparecem de vez em quando do meio do nada, qual cometa, e desaparecem logo de seguida.
A isto eu chamo de kitsh, a este cometa que aparece para nos cegar de beleza e faz-nos acreditar que o céu é sempre assim, mas não é. Esta espécie de encantamento e deslumbramento é tão forte, que mesmo depois dele passar, existe a vontade de regressar a tal estado de embriaguez.
Por associação, tenho que chamar a isto tudo um enorme cozinhado. Onde é que se fazem os cozinhados desta dimensão?
Claro que é na kitshenet. Aqui está uma palavra nova para um novo conceito.
Mistura-se um pouco da coimbra à esquerda com o veloz cometa Sp. de Braga, uma pitadinha da Grande Marcha com a densa nuvem de atracções multicolorida - o kitsh - e obtém-se um belo cozido à Allucinatorium.
Onde é que se faz ?
Sentado em frente a um pc ligado à net, este já de si um belo instrumento do kitsh democrático.
Simples, não?

Monday, December 20, 2004

The end as no end...

Os Strokes são uma banda fantástica para quem gosta de andar alegre, desprendido. Orelhuda por definição, a banda de Julian Casablancas tem refrões bem conseguidos e as músicas são bastante rápidas. A fórmula do costume, reinventada por eles, a que muitas outras bandas do renovado movimento nova-iorquino aderiram. Muito arty, pouco arty, mais punk, menos punk, mais electro ou mais cru, o novo-rock está aí e recomenda-se (pelo menos durante algum tempo), e isso deve-se em parte aos Strokes. Isto seria uma análise de um qualquer acreditado jornalista da matéria, por exemplo, do BLITZ. Imparcialidade?!

Agora sinceramente. Eu sou um seguidor dos Strokes, um "fã" da sua música e tenho a dizer que eles lançaram um segundo álbum bastante bom e que todas as bandas são facciosas naquilo que fazem, seguindo por um caminho e não por outro. Esses caminhos que se escolhem e se percorrem, têm é que ser sinceros e autênticos, transparentes e puros.
Enquanto isto acontecer, nada a apontar.

Por isso e muito mais, os Strokes estão bem e eu recomendo-os. Assim, "The end as no end", ou por outra, o fim anunciado por uns da banda, nunca irá ter fim.

Monday, December 13, 2004

Voltou do futuro mc_brunao e trouxe Dòs com ele...

Haheia! Chegámos para ficar.
Iremos ter muito hip hop a rolar
e também material para alucinar.

Antropologia em permanente devir
é uma dica para quem se quiser insurgir
e malta vou ter de me despedir.

Prometo voltar (Dòs e mc_brunao)
como é que é?
fazes essa entao?

Fica aqui o convite para deixar um comentário.
Eu regressarei com news...
E muita trip...
Haheia!